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Sobre Nós

Apresentação

Vida para África é uma associação independente de amparo à educação. Embora concentre seus esforços na educação infantil, a organização tem três áreas de atuação: desenvolvimento de material didático e formação de professores para o ensino pré-escolar, manutenção dos estudos de alunos órfãos ou carentes e reformas e reconstrução de escolas com infraestrutura comprometida. Atualmente, a Vida para África vem cooperando, direta ou indiretamente, com cerca de 40 instituições voltadas para a educação infantil, tendo construído uma e reformado três centros infantis. Atualmente, está envolvida na construção de mais uma unidade.

 

 As instituições voltadas para a educação infantil, denominadas em Moçambique por “escolinhas”, e que utilizam nosso material didático são na sua maioria comunitárias, ligadas a igrejas ou a outros projetos sociais. Todas essas escolinhas têm administração e gestão próprias, sendo, portanto, privadas. Com exceção das escolas rurais, todas as demais cobram mensalidades, cujos valores variam entre U$D 5,00 e U$D 30,00 mensais, por criança. Esses valores são utilizados para pagamento dos salários dos professores e outras necessidades. Professores cujos salários não poderiam ser pagos pelas escolinhas, por falta de condições financeiras são “adotados” pela Vida para África. Assim também ocorre com as crianças que tampouco podem pagar as mensalidades e que têm suas despesas pagas pela organização.

 

 A Associação Vida para África é uma instituição sem fins lucrativos, totalmente financiada por doações. Foi fundada em 2006 pela missionária e educadora brasileira Magaly da Silva, presidente da associação. Ela foi enviada a Moçambique pela Igreja Vida Nova e sua missão no país é a mesma do projeto: promover a educação formal e informal, construir escolas, produzir livros, servir alimentações diariamente, vestir os necessitados, consolar os aflitos, apoiar e amparar estudantes e professores, enfim, edificar vidas.

 

Missão

A missão da Associação Vida para África é promover a educação e o lazer infantil, procurando ir de encontro aos anseios e necessidades básicas das crianças em idade pré-escolar, dentro das comunidades nas quais a entidade atua.

Para isso, a associação busca por meio de seu material pedagógico, desenvolvido e adequado especialmente para o contexto social onde está inserido, transmitir conhecimentos que propiciem o pleno desenvolvimento das crianças, preparando-as para seu ingresso no ensino básico.

É preocupação da associação procurar motivar e facilitar a habilitação psicopedagógica e moral de educadores infantis, por meio de capacitação específica, e também prestando consultoria às instituições de educação infantil que são ligadas à organização.

 A associação também tem como objetivo promover o desenvolvimento de projetos de geração de recursos para a construção de escolas de educação infantil, creches e outros complexos educacionais.

Visão

A Associação Vida para África é uma instituição de carácter cristão, fundamentada e inspirada em princípios bíblicos.  Alguns dos valores morais da organização são o amor ao próximo, a honestidade, a justiça, a liberdade e o direito que todos têm de viver bem e em paz.

 

A visão é transmitir às crianças tais valores, de modo que elas possam crescer emocionalmente, fisicamente, socialmente e espiritualmente sãs, tornando-se cidadãos conscientes dos seus direitos, bem como dos seus deveres, tanto para com seus semelhantes, como para com sua nação.

Quem Somos

A Associação Vida para África é uma organização cristã, sem fins lucrativos, cujo principal interesse é fomentar a educação, iniciando pela fase pré-escolar, tendo sua atenção voltada principalmente para a população infantil mais necessitada e carente de recursos e de oportunidades.

 

Nosso trabalho dentro do continente africano iniciou-se em Moçambique, país considerado um dos mais pobres do mundo. Hoje, as estatísticas apontam que um quarto da população moçambicana, ou seja, cerca de 5 milhões de habitantes, é formada por crianças abaixo de 5 anos de idade. Dentro do contexto socioeconômico do país, esta é a faixa da população mais vulnerável e desassistida, tanto na educação, saúde e proteção como nos cuidados mais básicos de alimentação, atenção e afeto.

 

Há uma necessidade real e urgente de que sejam criados mecanismos de assistência a essa parcela da população, que necessita de um atendimento imediato e de acolhimento para que suas necessidades possam ser supridas e seu sofrimento, atenuado.

 

A proposta educativa da Associação Vida Para África surgiu diante desse cenário como uma resposta que pretende, ao menos, atenuar os problemas existentes dentro da sua área de ação e, de alguma forma, atender às necessidades básicas das crianças, principalmente daquelas em estado de vulnerabilidade.

 

Nossas atividades iniciaram-se, oficialmente, em dezembro de 2010, depois de quatro anos de trabalho, servindo a várias escolas comunitárias na região de Maputo, capital de Moçambique. Nosso interesse tem sido o de procurar proporcionar à criança um ambiente acolhedor, onde ela seja bem cuidada e onde ela possa ser estimulada em seu processo de aprendizagem, tendo a oportunidade de desenvolver-se socialmente, fisicamente, emocionalmente e cognitivamente.

 

As escolas ou “escolinhas” comunitárias, como são conhecidas aqui em Moçambique, recebem crianças com idade entre 3 e 5 anos de idade, entretanto a maioria delas não possui boas condições de modo a proporcionar um cuidado adequado a essas crianças. Faltam recursos de toda sorte, não só de infraestrutura, mas também humanos, pois as pessoas responsáveis pelas crianças nem sempre estão capacitadas para serem professores.

 

É nesse âmbito que a Associação Vida Para África tem procurado atuar, atendendo não apenas as crianças em suas necessidades básicas, mas também aos educadores, dando-lhes a formação adequada e toda orientação necessária, o que permite que sejam capacitados a desempenhar de maneira eficaz seu papel como orientadores no processo de ensino-aprendizagem das crianças. É nosso interesse que a criança receba um ensino de qualidade, rico em valores morais e em princípios cristãos, que acreditamos ser a base para a formação do seu caráter.

 

História

Origens

Natural de São Paulo, onde vivi toda minha vida, até entrar para o ministério.

 

Pertencente a uma família de origem presbiteriana, cresci na igreja, e foi ali onde conheci a Jesus, e aprendi sobre seu grande amor. Nas classes da Escola Dominical aprendi os louvores, as histórias e desenvolvi minha identidade cristã. Minhas convicções foram alicerçadas ali, na minha infância e adolescência, e daqueles caminhos eu nunca me desviei.

 

Aos 38 anos, por causa dos propósitos eternos do Senhor, eu deixei a IPI e passei a freqüentar outro ministério, onde estou até hoje. Tive três filhos, que foram ensinados no caminho do Senhor, e que hoje, constroem sua vida sobre a Rocha, de modo que suas famílias vão sendo edificadas sobre o sólido fundamento. Sempre achei que eles eram a maior alegria da minha vida, até que chegaram minhas netinhas. Com a chegada da Maria Luiza e da Manuela, pude compreender o verdadeiro e completo sentido da palavra bem aventurada. Eu sou mesmo tremendamente feliz. Minha família é um presente de Deus para minha vida.

Chamado - Sonho

Em abril de 2005, quando vivia numa casa de oração fora do Brasil, Deus deu-me um sonho.

 

Não tive de imediato a interpretação do sonho, mas Deus com o tempo foi usando de várias e diferentes formas para me revelar o seu significado. Era o meu chamado para a África.

 

Eu nunca antes havia pensado ou desejado vir para a África, e nem sentia qualquer interesse por missões. A realidade em que vivia estava muito distante do campo missionário. No entanto, Deus conhecia o desejo do meu coração, que nem eu mesma conhecia ainda, e decidiu satisfazê-lo.

 

No sonho eu me via deitada no chão, de lado, com a cabeça apoiada sobre meu antebraço, tendo sob meus cuidados, três menininhos negros, com cerca de cinco anos, adormecidos ao meu lado, apoiados sobre meu corpo. Estava muito quente, e muito escuro. De repente diante de mim, eu via uma enorme imagem de mulher, como se fosse uma estátua, negra, deitada de costas, totalmente nua, tendo o corpo pintado com desenhos tribais, com as mãos presas sob a nuca. Era uma imagem impressionante. Quando fui descendo meus olhos por aquele corpo, percebi que seus tornozelos estavam cortados, ela não tinha os pés. De repente a figura moveu seu rosto em direção a mim, e seus olhos, sem alegria, sem expressão, como que me perguntavam se eu continuaria ali, deitada, sem fazer nada.

 

Acordei aterrorizada. Foram semanas orando e esperando a interpretação do Senhor. Os sinais foram se sucedendo, até que compreendi a visão, e o chamado. Alguns detalhes só foram se explicar quando cheguei aqui. O calor sufocante, as noites muito escuras, os olhares de perplexidade das pessoas em sofrimento, o desamparo dos pequeninos.

 

Por causa do meu chamado, tive que abrir mão do prazer de viver com minha família, e vir para Moçambique, sem saber o quê na verdade iria fazer. Na época não conhecia ninguém, não tinha onde morar, no entanto, desde que cheguei aqui tive a certeza de que, esse é o lugar onde o Senhor quer que eu esteja. Vale à pena sonhar os sonhos de Deus!

Chegada em Moçambique

Cheguei a Maputo em 28 de fevereiro de 2006, quase um ano depois daquele sonho. Eu nem podia imaginar o que aconteceria com minha vida, só sabia que queria incondicionalmente fazer a vontade de Deus. Havia deixado meus filhos, meus amigos, minha igreja e tudo o que eu entendia por minha vida, para vir atrás de um sonho.

 

Mas, onde aquele sonho me levaria eu não poderia imaginar.

Ao chegar soube que a pessoa que fizera o convite já não estava na cidade. Ninguém na verdade me esperava ou tinha algum trabalho que eu pudesse fazer. Tudo parecia ter sido um grande equívoco, mas os que confiam no Senhor nunca serão confundidos.

 

Poucos dias depois de ter chegado conheci pessoas que seriam usadas pelo Senhor para me levar em direção ao meu alvo aqui. Eram missionárias que trabalhavam com educação infantil, coordenando projetos em escolas comunitárias.

 

O tempo foi passando, e o Senhor foi descortinando diante de mim o trabalho para o qual me trouxera até a África. Ele começou a me apaixonar pela terra, pelo povo e principalmente pelas crianças. Elas tinham o dom de me conquistar com apenas um olhar.

De olhar em olhar, de sorriso em sorriso, e o Projeto Vida foi nascendo. Era necessário fazer alguma coisa para levar Jesus ao coração daquelas crianças. Também era necessário fazer alguma coisa para tirá-las daquela condição de miséria, abandono, humilhação e principalmente falta de esperança.

 

Mas o que fazer, por onde começar diante de tantas necessidades. Como consolo, a voz do Senhor dentro do meu coração dizia sempre, “uma de cada vez, aos poucos, e sem nunca parar”. Assim começamos nosso trabalho nas escolinhas comunitárias, que abrigavam em sua maioria crianças necessitadas, muitas abandonadas, outras órfãs e algumas soropositivas.

Esse foi o sonho e a visão tem se cumprido. O Projeto Vida tem se dedicado principalmente a trazer vida, alegria, cuidado, educação e mais que tudo, a mensagem do evangelho, a centenas e centenas de crianças africanas. O sonho tornou-se uma adorável realidade.

A Realidade Hoje

Todos esses anos, nosso trabalho aqui tem sido promover uma qualidade de vida melhor para os pequenos, dando a eles condições de estudar, cuidando de sua saúde, alimentando, vestindo, abraçando, amando. Nunca é demais o que podemos fazer. Sempre dentro do coração deles há espaço para receber mais amor. É isso que procuramos satisfazer em cada uma das nossas crianças.

 

Não seria possível alcançar tal objetivo sozinha, por isso o nosso trabalho também tem sido capacitar educadores, habilitando-os a ensinar, a cuidar, mas principalmente a amar cada criança, não olhando sua aparência, seu temperamento ou o contexto familiar ao qual elas pertençam.

Queremos ser agentes de transformação, fazendo a diferença nesta geração, para que aqueles que forem sendo tocados pela semente do evangelho possam ser canais para outros, e assim, o nosso trabalho vá sendo espalhado, multiplicado, através de pequeninas mãos que levam as sementes para dentro de suas casas, para dentro de suas vidas.

 

Essa realidade que tem sido a minha vida hoje, eu nunca poderia ter sequer imaginado. Muitas vezes perguntei ao Senhor “por que eu?”. Com tantas pessoas mais capacitadas, mais criativas e principalmente mais jovens que eu, com mais força e disposição, era difícil para eu entender a escolha do Senhor. Mas Ele é aquele que capacita aos que escolhe, e quem chama aqueles que nada são, para que sejam, e quem traz à existência o que não se vê.

 

Aprendi a aceitar os desafios do Senhor sem questionar. Ele sabe todas as coisas e eu tenho prazer Nele e em seus caminhos tão mais altos que os meus, que me trouxeram até aqui.

 

Construir escolas, produzir livros, servir alimentações diariamente, vestir os necessitados, ouvir aqueles que estão aflitos e os consolar, orientar os adolescentes no melhor caminho a seguir, apoiar, receber, multiplicar o que temos recebido, tudo isso não teria o menor sentido se a intenção fundamental não fosse a de edificar vidas. Essa é a nossa missão.

Agradecimento

Agradeço de todo meu coração ao Senhor por me ter escolhido para este trabalho. Por me ter feito digna de ser parte do seu eterno propósito de salvar essa geração de crianças. Sua fidelidade e amor têm sido constantes na minha vida e Sua presença é real em todo tempo.

 

Agradeço a meus filhos, por terem entendido que essa missão faz parte da minha vida, e por terem aberto mão de me ter perto deles. Agradeço a minhas noras por serem esposas maravilhosas e mães tão especiais, cuidando e protegendo essa descendência bendita que o Senhor nos tem dado.

 

Agradeço a meu pastor, Luiz Carlos Muniz, por ter entendido que aquele sonho era a voz do Senhor, e que o propósito era maior do que eu podia imaginar naquele tempo. Ele foi um grande incentivador e tem cuidado para que eu esteja sempre bem amparada e tenha tudo de que necessito para viver bem.

 

Agradeço à Fernanda Yamamoto por ter disponibilizado todo o material didático que serviu de base para a criação do programa do Projeto Vida, e por sua sensibilidade em ver, com olhos espirituais, o que eu haveria de precisar para meu trabalho aqui.

 

Agradeço de todo coração à Rute Pontuschka pela dedicação e profundo amor com que escreveu cada história, elaborou cada atividade, corrigiu, adaptou, criou e colaborou de inúmeras e diferentes formas para que o embrião do Projeto Vida, ao qual ela mesma deu o nome, pudesse crescer de forma saudável e chegar até aqui. Que Deus te abençoe sobremaneira.

 

Agradeço a cada irmão, amigo, amigo dos amigos, que têm mantido esse projeto vivo. Nunca faltou nada para que o trabalho aqui pudesse ser realizado. Em todos os desafios que temos tido, sejam pequenos ou grandes, em todos fomos supridos. Pessoas anônimas que talvez eu nunca venha a conhecer têm sido usadas pelo Senhor para trazer suprimento a crianças e adolescentes, a famílias carentes, a pessoas necessitadas que estejam sendo ajudadas pelo Projeto Vida.

 

Muito obrigada por tudo. Pelas palavras de encorajamento, pelas orações, pelo investimento, pela confiança em nosso trabalho, pelo cuidado, pelo amor. Muito obrigada. Que Deus possa continuar nos abençoando e usando nossas vidas para que Seu propósito e Sua vontade eternos se cumpram.

NOSSO MUITO OBRIGADO!

Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações e serás chamado reparador de brechas e restaurador de veredas para que o país se torne habitável. Isaías 58:12

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